domingo, 8 de dezembro de 2013

Viver no presente do indicativo

Antes de introduzir o assunto, gostaria de me apresentar. Sou a Helô, a mais nova colaboradora deste blog. Nutro uma paixão intensa por pensar, ler e escrever e irei compartilhar, em cada postagem, um pouquinho das minhas "visões de mundo" e outros afins. 

Dia desses comprei um livro muito bacana: A vaca e o hipogrifo do Mario Quintana. Ele reúne poemas e pequenas prosas do autor. E deparei-me com um trecho que me fez refletir, ei-lo aqui:



Crescemos planejando o futuro; depositamos todas as esperanças nele. Quando crianças, costumávamos ouvir essa tão famosa pergunta: "O que você quer ser quando crescer?". Quando adolescentes estudamos tanto para conseguirmos ingressar em uma universidade e garantir um bom emprego no futuro. Economizamos nosso dinheiro para que no futuro ele não nos falte. Adiamos alegrias. Adiamos tanta coisa com a desculpa de que estamos preparando melhor nosso futuro. Futurismo, oh, beleza!
E quando carregamos o passado nas nossas costas? Sentimo-nos sempre tão nostálgicos. "Ah, que vontade de voltar atrás e vivenciar tudo outra vez." A infância. Momentos de alegrias.
 Pior ainda é quando o passado é triste e nos impede de prosseguir. Como se fosse uma mala tão pesada que estamos carregando. O peso dela deixa-nos cansados e sempre exaustos para viver o agora. E, às vezes, ela está tão mal organizada; uma bagunça, um caos. E usamos o presente para tentar arrumá-la. Mais uma vez, para que no futuro esteja melhor. 
A grande questão é que ninguém se preocupa em lhe perguntar: "O que você quer ser hoje?"; ou melhor: "Como você gostaria de estar agora?". Neste exato momento.
Sobrevivemos nesse apressar da vida. Somos seres ocupados e segundo a lógica humana, é isso que nos faz sermos levados a sério. Preocupamos mais com o "ter" do que com o "ser". Somos exigentes; rápido!
O amanhã é uma incógnita. Tudo é tão incerto. O futuro é uma hipótese; não há nenhuma garantia que ele existirá. Não há nada. Tudo o que temos é o dia de hoje. Logo, para que tanto apostar nele e desperdiçar o presente? Essa lógica, às vezes, gera um presente com um passado regido por arrependimentos.
Com certeza você já deve ter ouvido essa pergunta: "O que você faria hoje se não houvesse mais o amanhã?". Esse "hoje" é de fato hoje. Já vi gente responder coisas excepcionais. "Ah, eu faria isso, faria aquilo..." Faria; futuro do pretérito: indica possibilidade, uma hipótese. Você tem uma possibilidade de fazer, ou melhor, você tem uma chance. Essa chance é hoje. Quem lhe garante que irá haver o amanhã? Pense nisso. Esperar é tão crucial. 
Portanto, devemos nos preocupar com o presente. Devemos viver no presente do indicativo. O agora. Isso, exatamente agora! Se você bobear, seu "agora" vai se esvaindo. Não perca seu tempo adiando as chances de viver. Ficar apenas sobrevivendo é tão deprimente. Viver é o que há de melhor. Viver consiste em aproveitar, de fato existir e "escrever" mais um capítulo emocionante da sua história. Afinal, você não vai querer contá-la tão sem sal assim. "Escreva-la" (leia-se: viva-la) como gostaria. Não devemos adiar boas histórias se elas podem ser contadas ainda hoje. Um livro com quase todas as páginas iguais é demasiado entediante e o final feliz, talvez, nem lido.


Então, você vive ou sobrevive?
Pense sobre.
Beijos,
Helô.





quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Felicidade em pedacinhos

2013

Final de ano,Natal,Ano Novo.O que você achou de 2013?

Em 2013 mudanças aconteceram na minha vida,pode acrescentar bastante mudanças por favor!Com essas mudanças,eu aprendi a ser forte.Chorei,sorri,briguei,gritei,amei,ouvi,escutei e disse.Nesse ano aprendi a conviver,respeitar e principalmente sorrir!Muitas expectativas e poucas atitudes,acho que atitudes foi o que faltou.Mas tenho certeza que nesse ano,tudo o que aconteceu,teve um por quê.Arrependimentos,promessas,consequências.Poucas palavras definiriam o que aconteceu esse ano,mas isso certamente diz tudo:

Eu colhi pequenas alegrias e lembranças,juntando todas eu consigo a felicidade em pedacinhos.



 
Beijinhos e até logo;
 
Doll Leninha